Embora muitos casos de diástase possam ser tratados com exercícios e fisioterapia, algumas situações levam à consideração de cirurgia — frequentemente chamada de abdominoplastia funcional — indicada em casos graves ou quando métodos conservadores não trazem resultados satisfatórios. Indicações incluem diástase acima de 2,5 cm dificultando atividades diárias, dor crônica na região lombar ou abdominal, comprometimento funcional, e flacidez ou protuberância que não melhoram com tratamentos não invasivos. A cirurgia é realizada sob anestesia geral e envolve incisão na região inferior do abdômen, reparação e sutura dos músculos retos, e remoção de excesso de pele quando associada. A recuperação costuma levar de 4 a 6 semanas, com uso de cinta modeladora, restrição de esforço físico e consultas regulares. A decisão pela cirurgia depende sempre de avaliação individual com um especialista.


Dr. Luiz Segundo · CRM-ES 13.385 · RQE 10.439 · Cirurgião Geral

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