A diástase abdominal, caracterizada pela separação dos músculos retos do abdômen, pode ser corrigida de duas formas principais: pela abdominoplastia convencional ou por técnicas minimamente invasivas, como SCOLA, MILA e eTEP. A escolha depende das características individuais do paciente.

A abdominoplastia convencional combina a correção da diástase com a remoção do excesso de pele e gordura, envolvendo uma incisão longa na parte inferior do abdômen. É indicada para pacientes com excesso significativo de pele e flacidez, mulheres após múltiplas gestações com estrias, ou após perda de peso significativa com sobra de pele.

As técnicas minimamente invasivas (SCOLA, MILA, eTEP) utilizam pequenas incisões próximas ao umbigo e na região suprapúbica, com auxílio de tecnologias laparoscópicas ou robóticas, sem remoção de pele. São indicadas para pacientes com diástase sem excesso de pele significativo, com boa elasticidade cutânea e foco na funcionalidade abdominal — a flacidez leve pode ser tratada com tecnologias complementares como Argoplasma ou Renuvion.

A recuperação das técnicas minimamente invasivas costuma ser mais rápida que a da abdominoplastia convencional, dado o menor impacto cirúrgico.

Conclusão: a escolha entre abdominoplastia convencional e cirurgia minimamente invasiva depende das características individuais — flacidez de pele, elasticidade e objetivos. A avaliação com um especialista determina o tratamento mais adequado para cada caso.


Dr. Luiz Segundo · CRM-ES 13.385 · RQE 10.439 · Cirurgião Geral

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