Em alguns casos, a diástase abdominal pode persistir mesmo após a recuperação pós-parto. Quando os músculos abdominais não retornam à posição original, a correção cirúrgica pode ser considerada. Situações que podem levar a essa avaliação incluem afastamento muscular superior a 2,5 cm, fraqueza abdominal impactando a qualidade de vida, dores lombares e posturais persistentes, e flacidez excessiva de pele associada. As opções de procedimento incluem cirurgia minimamente invasiva (com sutura da musculatura, reduzindo o tempo de recuperação), abdominoplastia (indicada para casos com excesso de pele), e técnicas complementares como lipoaspiração e retração de pele. A escolha do tratamento depende da avaliação médica, do grau da diástase e das necessidades individuais de cada paciente. A diástase abdominal é uma alteração comum no pós-parto, mas pode ser tratada de forma eficaz — seja por fortalecimento muscular ou por intervenção cirúrgica, sempre com abordagem personalizada.
Dr. Luiz Segundo · CRM-ES 13.385 · RQE 10.439 · Cirurgião Geral
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